Vento
Invisível vento
Quantas vezes te defendo
Dizendo, que também tens o teu assento
Mas tudo o que é de mais não presta
É o que, sempre, ouvi dizer
Mas não sei se vou continuar a fazê-lo
É que já estou pelos cabelos!
Mesmo sem te ver
Não sei se és gordo, magro, bonito ou feio
Já não aguento mais os teus empurrões e atropelos
Levas tudo à frente
Quem não tiver boas raízes não se sustem
Tu tanto praticas o mal, como o bem
E, não olhas a quem
Parcialidade insubmissa!
É essa a tua justiça?
E, quando matas tudo, até os sonhos
Como é que essa justiça fica?
Não respondes
É o que todos fazem
Quando praticam atrocidades
Quando tudo matam e destroem cidades.
José Silva Costa
Tempos do caraças José ´,`)
ResponderEliminarBelo dia agradável e em harmonia pra vocês.
Temos cada vez mais tempestades e a culpa não é só do vento, João.
EliminarBoa noite para vocês, com saúde e alegria.
Gostei muito da sua conversa com o vento caro Amigo.
ResponderEliminarParece que ele está aí, de novo. A ver vamos se vem calmo.
Um abraço.
Infelizmente, parece que não vem nada calmo, caro Amigo.
EliminarUm abraço.
O Vento só não tem culpa de quem semeia tempestades.
ResponderEliminarInfelizmente, muitos semeiam ventos, que fazem com que outros sofram com as tempestades.
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