Os jardins
Nas avenidas das árvores
Passeias a beleza da Natureza
Admiras toda a sua beleza
Cada canteiro, cada árvore, uma certeza
Que o perfume tudo embeleza
Que harmonia, sem tristeza!
As árvores, os pássaros, as flores, na sua dureza
De uma vida parada na incerteza
Sem saberem se vai chover, se vai nevar, se vão viver na
pobreza
Cada visitante tem no seu olhar uma delicadeza
Para cada cravo, para cada rosa uma fineza
Os idosos procuram os bancos, para descansarem da moleza
Onde tentam voltar a ser crianças e espantarem a tristeza
Enquanto as crianças, nas suas brincadeiras, exibem a
esperteza
Os jardins são ponto de encontro de todos os encontros
São as casas dos pombos, dos namorados, dos abandonados
São palcos de alegria, de tristeza, de beleza e de ventos
agitados
O que lhes vale é serem, pelos jardineiros, tão bem tratados
Os seus perfumes e flores são, por todos, muito admirados
São pelas plantas, pelos pássaros, crianças, mulheres e
homens muito estimados
Os jardins, públicos, são um chão democrático
Onde todos podemos descansar das fadigas, das alegrias, do
doce amar.
José Silva Costa
Bons sítios para fadigas principalmente José ´,`)
ResponderEliminarBela Quinta feira pra vocês, em harmonia.
São sítios bonitos.
EliminarBoa noite para vocês , com saúde e alegria, João.
Gosto dos jardins espalhados pelas cidades, caro Amigo.
ResponderEliminarOntem, infelizmente, foi a própria natureza que se virou contra eles.
Espero que a tempestade não o tenha incomodado.
Um abraço
Ontem foi um dia de horrores, que matou e destruiu, como que uma guerra. Será que a Natureza está zangada connosco?
EliminarFelizmente não nos incomodou.
Boa noite, caro Amigo.
Um abraço.
Excelente partilha, José!😊
ResponderEliminarResto de dia Feliz!✨
Muito obrigado, pela visita!
ResponderEliminarNoite tranquila, Zé!