O caracol Tomé

Há tempos escrevi duas estórias envolvendo um caracol, a quem baptizei de Tomé e que podem ler aqui e aqui.

Na minha recente visita à bela ilha da Madeira e numa paragem para a Encumeada encontrei um enorme caracol no meio do passeio. Receoso que os miúdos por perto não o vissem peguei nele e coloquei-o no topo de uma vedação de madeira. Por ali fiquei a ver as belas, verdejantes e presépias paisagens, para minutos depois procurar o gastrópode e o encontrar naquele seu poderoso vagar já longe do local onde o deixara.

Gosto destes animais. Frágeis na sua casa deslocam-se numa lentidão própria e simpática. Adoram dias e locais húmidos. Mas tirando os dias secos não param sempre em busca de algo para comerem.

Por isso e recordando uma lenga-lenga que escutava em criança: caracol, caracol põe os pauzinhos ao Sol, não entendo esta! Coisas antigas, quiçá, sem sentido!

Por lá ficou o Tomás que poderia ser figura primeira das minhas estórias. Fica, para memória futura, a fotografia.



Comentários

  1. São uns daninhos nos jardins esses diabos.
    Mas também lhes acho muita piada

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    1. Amigo João-Afonso,
      São lentos mas nada parvos.🤣🤣🤣🤣🤣🤣

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  2. Respostas
    1. Caríssimo,

      Borras de café ou cinza em redor das plantas e fica com o problema resolvido.👍👍👍👍👍

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    2. Borras de café fazem milgares, no compostor , afasta caracóis e moscas.

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    3. Eu tinha compostor mas a terra onde colocava mais tarde o lixo não consegue transformar tudo, todos os anos. Se estivesse na aldeia não teria esse problema.😉😉😉😉😉

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