Andei por todos os lugares
Onde as sombras são feitas de pedra
Senti o delicioso encanto dos jardins
Dormi o breve sono das ravinas
Onde o sol se encobre
Peso de ave distraída, floração de amores,
pétala de corpo
despido
Olho para ti e vejo os meus passos
Sinto o odor acirrado da fundura dos mares
Vejo em ti o frio da tempestade
Que cresce em mim como um
outono raro
Sinto um bater de asas sonhadoras
Vejo o lado de fora de mim iluminado
pelos teus olhos
Janelas....barcos...viagem
Há um não sei quê a repartir-se pelos dias
Uma mão atenta aos crepúsculos
Como uma velha trave que segura o meu tecto
Há também uma maldição que me segura
Uns olhos castanhos junto a uma mágoa
Apago os olhos ...sei que regressas...
Os olhos, as mais belas janelas.
ResponderEliminarUm abraço.
São os caminhos da alma...:)))abraço
EliminarPoema deslumbrante que muito gostei de ler. Deixo o meu elogio e aplauso
ResponderEliminarSaudações poéticas
Obrigado Ryk@rdo...:)))saudações poéticas também (folhas de luar)
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