Natividade
Na nuvem do macio linho
Feita de fios da lua
Tecidos na noite nua
Ao som da magia da rua
Adormecem os sonhos do dia.
No baloiçar do amor
Feito de fios de mimo
Tecidos pelo ardor
Começa o futuro
Nascem as flores
Ao som das dores, das mães
Que choram de alegria.
São flores, são amores
Trazem o mundo nos dedos
Nos olhos os enredos
De todos os segredos
Que guardam os medos
Dos dias erguidos.
Perscrutam o futuro
Num mundo escuro
À procura do rumo
Sem bússola nem fio-de-prumo
Com a ajuda dos astros
Percorrem o caminho
À semelhança dos progenitores
Carregam os filhos, sorrindo!
José Silva Costa
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O mundo não esgtá bom para os filhos, caro Amigo. Nem sequer os ajuda nas escolhas.
ResponderEliminarUm abraço
Não está, nunca esteve, nunca estará, quando não são as guerras, são os ventos, como é o momento.
EliminarEram tempos simples aqueles
ResponderEliminare sentimentos, por assim dizer José.
Bom resto de Semana pra vocês, e boa inspiração também ´,`)
Os tempos vão sempre mudando. Agora estamos no vento, como dizia o Fernando Namora.
EliminarTambém vos desejo um bom resto de semana, com saúde e alegria, João.
Carregam os filhos sorrindo, mas com dores no coração, ou não estejamos em tempos de incógnitas....abraço ( folhas de luar)
ResponderEliminarTodos os tempos têm as suas dores, quando não são as incógnitas, são as guerras, atualmente estamos como que na expectativa de dias melhores, que é o que o futuro, sempre, nos tem trazido.
ResponderEliminarUm abraço.
Os filhos e filhas que "Perscrutam o futuro/Num mundo escuro/À procura do rumo
ResponderEliminar/Sem bússola nem fio-de-prumo" para a construção da vida justa.
Boa semana, José.
Muito obrigado.
ResponderEliminarBoa noite e bom resto de semana, Mafalda.