formosura!

 

Formosura

O branco do teu roupão

Deixa ver como a tua mão

O abre para ver o peito romã

Com dois ímanes apontados ao céu

Que o roupão não consegue tapar

Dos quais não consigo desviar o olhar

Que navega por esse mar

Que separa os dois cumes

Por mais que queira descer

Pelas tuas torneadas pernas

Os meus olhos estão sempre

Nos teus seios a embater

Por mais que queira ver

Os teus bonitos olhos a navegar

Os teus peitos é que atraem o meu olhar

Mesmo quando te estou a beijar

Os meus olhos, o que querem

É os teus seios destapar

Mesmo com os teus lábios de encantar

É no teu colo que me quero deitar

Não vale a pena pintarem os olhos e os lábios

Porque o que nos hipnotiza são as duas bonitas romãs

A quererem saltar dos soutiens

Colocarem pestanas postiças

Pintarem os cabelos e unhas de gel

Porque o tempo e a água tudo desbota

Só os seios se mantêm ao natural

Mesmo que percam alguma elasticidade

Serão, sempre, a atração principal.

José Silva Costa


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