Altera-se o brilho na constante do acaso
Eterno escoamento dos significados
Paisagem renascente meteorito de
faces lavadas
Um desejo que oprime um rosto desfigurado
Sabes que os maxilares rangem quando as feras
tocam os seus
instrumentos
E os abismos se apagam na floresta onde caminhas
Muito para além de ti a alegria de viver
Complexo véu feito de pálpebras cerradas
O peito carregado de armas a morte do silêncio
Microscópico ser a agarrar-se às luzes
A inspiração de uma cidade que desconheces
A total inércia dos deuses que não estendem
os braços a ninguém
Tu sozinho aberto ao torpor dos frios
Tu sozinho num mundo de coisas apagadas
Tu só…sobre o tempo.
Tantos dias de temporal quebram-nos o ânimo, caro Amigo.
ResponderEliminarMelhores dias virão.
Bom fim de semana e um abraço