A vida guarda-se, sobrevive, mesmo quando os homens, imitando actos de criação avançada, a assombram e a dissolvem num mundo novo, supostamente mais moderno.
Não sabem, os homens, separar as águas. Em regra, não constroem, destroem. E, quando generosos, deixam marcas - no seu cinismo, afinal - entre os mais altos escombros.. Assim fica o que foi e talvez umas rãs, uns peixitos, com sorte a soberba flor do nenúfar.
Acabemos com a espécie. Fiquemos só nós, a Natureza e os humanos imunes ao vírus financeiro.
Um vírus, que tudo compra, para ele não há contemplações, o que importa são os cifrões.
ResponderEliminarBoa noite, caro Amigo.
Um abraço.