E o burro sou eu?

A frase ficou célebre dita por Luis Felipe Scolari numa, não menos célebre, conferência de imprensa, enquanto seleccionador da selecção portuguesa.

Mas hoje trago aqui uns burros que não sendo meus pastam pachorrentamente em terras da família. A burra está prenha, não sei de quantos meses e espero que a cria fique cá... na família.

O meu gosto pelo gado asinino advém da minha relação com eles desde criança. Muito novo escarranchava-me em cima da albarda e lá ia eu todo contente. Daqui toda a vida desejar ter um destes animais da família dos equídeos.

Ao invés do que comummente se diz dos burros estes não são palermas nem tontos, bem pelo contrário. Teimosos sim ou se calhar até não, mas sabem bem o que querem e gostam. E defendem com ardor a própria família especialmente quando há crias.

Historicamente sempre pronto a ajudar o ser humano é um dos animais ligados ao nascimento e à vida de Jesus Cristo. Basta perceber quem está a aquecer o Menino e que animal foi usado na fuga para o Egipto, assim o relato do jumentinho nas Sagradas Escrituras.

Portanto eis os meus amigos a quem baptizei com os sugestivos nomes de Floripes (a da direita) e Fagundes (o comilão).

Ei-los:



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